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Retrocesso no campo: veto de Lula ameaça o futuro do seguro rural e da inovação na Embrapa

  • Foto do escritor: Alessandra de Paula
    Alessandra de Paula
  • 2 de jan.
  • 1 min de leitura




O presidente Lula vetou dispositivo essencial na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para 2026, removendo a blindagem contra cortes em recursos destinados ao Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural e às atividades da Embrapa.


 Para os produtores rurais, o seguro rural é ferramenta vital de proteção contra intempéries climáticas, que têm se intensificado e causado perdas bilionárias nas lavouras. Sem garantia de recursos estáveis, o programa – já subfinanciado em anos anteriores – pode ter verbas reduzidas, desestimulando contratações e expondo o agricultor a riscos maiores.


A Embrapa, coração da pesquisa agropecuária brasileira, perde proteção para investimentos em inovação, infraestrutura e desenvolvimento de novas tecnologias. Cortes potenciais ameaçam o avanço em variedades mais resistentes, manejo sustentável e aumento de produtividade, fundamentais para manter a competitividade global do agro.


A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) reagiu com indignação, chamando o veto de retrocesso e prometendo mobilização no Congresso para derrubá-lo em fevereiro. Líderes ruralistas alertam que a decisão compromete a gestão fiscal flexível e ignora a importância estratégica do setor para a economia nacional.

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